Saudade

Uma história como a nossa

Uma história como tantas outras.
Uma história como a nossa cá em casa em que a morte entra sem ser chamada.
Uma história como a do meu filho Pedro.
Ouvir o testumunho hoje do Sr João não é mais do que uma repetição de tudo o que tenho escrito acerca da tragédia que nos roubou a felicidade.
Cheguei mesmo a comentar, que parecia que era eu naquele lugar em frente à Cristina Ferreira. Palavra por palavra.
Um filho que não dá sinais em casa, que no nosso caso recusa ajuda prestada com psicóloga, somente porque achei que ele estava triste e resolvemos pedir ajuda profissional para ele desabafar, mas como ele mesmo relatou por mensagem a uma amiga… Só estou aqui porque os meus pais me obrigaram! Obrigaram!!! Uma palavra tão cega pela verdade que ele teimava em ocultar. A de que estava doente e precisava de ajuda.
Como eu lamento a sua decisão, como lamento a decisão de todos os jovens que deixam de amar o único conceito que devem de ter. VIVER.

Rute Reis Figuinha

O meu nome, Mãe.
Sou uma mãe de três filhos em que dois vivem comigo no plano terrestre e o mais velho de apenas 18 anos e 364 dias resolveu ir viver para o plano espiritual o resto da minha vida.
Somos uma família de cinco e seremos para todo o sempre.

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