Luto Morte Pedro

Coisas estranhas acontecem

Tenho noção de que existe muito cepticismo em torno do desconhecido mas o que me vai acontecendo com o passar do tempo, vai-me enriquecendo e faz-me não ter medo, acabo por crescer interiormente.

Deste modo partilho a minha madrugada de hoje dia 28 de Setembro de 2019.

São 04:50 e acordo!

Acordo com algo que não consigo explicar. Alguma coisa me afasta o cabelo dos olhos para o lado direito, e começa a farejar-me o rosto do mesmo lado e vai-se colocando pelo pescoço, levantando-me os lençóis conforme vai deslizando até à zona do meu coração. E lá permanece. Inicialmente até pensei tratar-se da minha Pantera e recordo-me de pensar: A magana lá se conseguiu escapar ao dono e ficou dentro do quarto.

Mas não! Logo a minha mente fez analogia que não havia pêlo em contacto com o meu corpo e por isso não podia ser ela. O que seria?

Não tenho resposta!

Não encontro uma razão lógica para o que aconteceu. Sei que estava a sonhar. Sonhava com um consultório de dentista. Eu acompanhava um homem que não me recordo do rosto. Tinham-lhe caído 2 dentes, 1 por completo e 1 parcialmente enquanto comíamos frutos secos.

Lembro-me de ser uma casa rica de famílias com posses e de me encontrar bastante feliz e a rir à gargalhada na companhia de duas senhoras. Duas primas que falavam comigo e riamo-nos as três dos disparates.

Já no consultório recordo-me de sair para a sala de espera, onde se encontravam dois filhos meus. Uma menina e um menino. Já crescidos, talvez na casa dos quinze, dezasseis anos. Ambos agarrados a tecnologias, seus telemóveis ou tablet’s. Ralhei com eles, porque haviam ficado junto a uma bicicleta nossa, a qual haviam roubado as rodas deixando somente parte do quadro. Ralhei porque estavam tão distraídos, que durante a consulta deixaram-se ser roubados. E entretanto acontece o que começo a relatar em primeiro lugar. E acordo.

Fiquei às voltas sem conseguir dormir mais, já me começava a incomodar ouvir o Francisco a dormir mesmo do meu lado. Como vos referi, não consigo encontrar uma razão lógica para o que acabou de acontecer. Parecia-me um animal, ou seria outra coisa? Não faço ideia.

Desde que partiste filhote, que eu não descanso mais como em outrora e nem consigo perceber certas coisas que me acontecem. Só não tenho medo, porque tenho uma mente aberta.

Amo-te muito Pedrocas.

Rute Reis Figuinha

O meu nome, Mãe.
Sou uma mãe de três filhos em que dois vivem comigo no plano terrestre e o mais velho de apenas 18 anos e 364 dias resolveu ir viver para o plano espiritual o resto da minha vida.
Somos uma família de cinco e seremos para todo o sempre.

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