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A vida é uma aprendizagem constante

A vida é uma aprendizagem constante.

Desde que nascemos até que morremos somos sempre um livro com páginas em branco prontos para escrevermos mais um capítulo, seja ele qual for.

Confesso que no meu livro, já existem histórias tristes, de revolta, de frustração, luta, agonia e dor, mas o que balança tudo a meio do livro em que me encontro é que em muitas páginas existem palavras e contos de amor.

Muitos momentos mágicos, muitas alegrias e espero vir a poder escrever muitas mais.

Por isso sim! Devemos ter calma com cada capítulo que escrevemos. Devemos ser mais benevolentes connosco mesmos e com os demais que nos rodeiam.

A vida é mesmo uma aventura com todos os riscos que acarreta.

Mas a realidade é que todo o ser humano busca pela perfeição, e isso deixa-os e deixa-nos frustrados. Mas não! Devemos dar um basta na perfeição e sim viver a vida em plenitude com a nossa própria essência e de uma forma mais saudável.

Não falo em alimentação, embora isso também seja importante, mas sim na possibilidade de fazermos mais passeios ao ar livre, termos mais contacto com a natureza, tirarmos momentos para nós. Fazer ioga, meditação, ler mais, ouvir mais musica, dedicarmos mais tempo às crianças, aos nossos idosos, à ajuda ao próximo.

Por exemplo: Sabia que ficar em silêncio ao invés de falarmos o que queremos e não queremos é bem mais saudável para a nossa mente? Parece que estamos a ser rudes, mas na verdade estamos a controlar a nossa mente e conforme já lhe referi em outros textos meus, a nossa mente tem mesmo o poder que a maioria das pessoas desconhece, mas ele está lá.

Experimente, começar por ficar em silêncio períodos de 30 minutos e vá aumentando gradualmente até ter a capacidade e força necessária para estar em silêncio mais tempo durante o dia. Durante esse tempo reflicta no que é, e no que quer para si e deseja para os outros, em especial para a sua família. Irá notar uma grande capacidade de concentração e maior facilidade em se adaptar a todas as situações menos boas de sua vida.

Responder somente o necessário, respostas curtas, sem cair na falta de educação como é óbvio. Assim conseguirá demonstrar uma grande sabedoria porque canalizará a sua energia somente nos assuntos importantes e isso fará com que se torne numa melhor pessoa.

Mais sensata, mais tranquila, mais verdadeira. No final será somente você mesma e não um estereótipo de uma sociedade que a rodeia.

Seja mais humilde!

Imagine-se ser uma árvore. Uma arvore que dá frutos, resultado de tudo o que aprende e recebe na vida. Uma árvore que se curva até ao chão com o peso da ramagem, e de seus frutos. Uma árvore que se curva perante todas as dificuldades que encontra. Em resultado de tudo, a essa árvore damos o nome de humildade. Uma pessoa que apesar de todo o peso que carrega na sua história torna-se na realidade uma pessoa mais humilde. Uma pessoa que não olha ao que tem e ao que os outros tem, mas sim ao que pode dar para melhorar a vida de quem precisa.

Eu?

Eu ainda tenho muito para aprender, quanto ao ser humilde, hei-de lá chegar.

Certas mães dirigem-me palavras de incentivo e de força, com um simples elogio. Um “gosto de si”, um “quem me dera ter a sua força” mas na realidade a força está mesmo em cada palavra, em cada gesto de amor, que não me deixa quebrar os ramos da minha árvore, que apesar de todo o peso que carrego, eu ainda tenho folhas verdes e frutos bem doces e de cores vivas para oferecer.

Seja também você, essa árvore. Não falo numa árvore como a minha que perdeu parte da sua vitalidade com a morte do meu filho, mas uma árvore que se mantém de pé apesar da seca, do vento, do frio, da neve e dos maus tratos do homem a toda a natureza que a rodeia.

Lembre-se que as árvores perdem as suas ramagens com as estações e cobrem o chão de tapetes coloridos que podem mesmo assim serem contemplados pela beleza que emanam ao seu redor, outras mudam a cor das suas folhas, mas todas elas, todas mesmo, voltam a florir na primavera, e outras ainda no verão. Tudo é envolto de ciclos. E a nós cabe-nos a capacidade e humildade de lidarmos e vivermos em harmonia em todos eles.

Com esperança e um enorme carinho,

A mãe do meu filho tem asas

 

 

Rute Reis Figuinha

O meu nome, Mãe.
Sou uma mãe de três filhos em que dois vivem comigo no plano terrestre e o mais velho de apenas 18 anos e 364 dias resolveu ir viver para o plano espiritual o resto da minha vida.
Somos uma família de cinco e seremos para todo o sempre.

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